quarta-feira, 24 de junho de 2009
Para refletir....
Existem cinco estágios em uma carreira.
"O primeiro estágio é aquele em que um funcionário precisa usar crachá, porque quase ninguém na empresa sabe o nome dele.
No segundo estágio, o funcionário começa a ficar conhecido dentro da empresa e seu sobrenome passa a ser o nome do departamento em que trabalha. Por exemplo: Heitor, de Contas a Pagar.
No terceiro estágio, o funcionário passa a ser conhecido fora da empresa e o nome da empresa se transforma em sobrenome: Heitor, do banco tal.
No quarto estágio, é acrescentado um título hierárquico ao nome dele: Heitor, diretor do banco tal.
Finalmente, no quinto estágio, vem a distinção definitiva. Pessoas que mal conhecem o Heitor passam a se referir a ele como "o meu amigo Heitor, diretor do banco tal".
Esse é o momento em que uma pessoa se torna, mesmo contra sua vontade, em "amigo profissional".
Existem algumas diferenças entre um amigo que é amigo e um amigo profissional.
Amigos que são amigos trocam sentimentos. Amigos profissionais trocam cartões de visita.
Uma amizade dura para sempre.
Uma amizade profissional é uma relação de curto prazo e dura apenas enquanto um estiver sendo útil ao outro.
Amigos de verdade perguntam se podem ajudar.
Amigos profissionais solicitam favores.
Amigos de verdade estão no coração.
Amigos profissionais estão em uma planilha.
É bom ter uma penca de amigos profissionais.
É isso que, hoje, chamamos networking, um círculo de relacionamentos puramente profissional. Mas é bom não confundir uma coisa com a outra.
Amigos profissionais são necessários.
Amigos de verdade, indispensáveis.
Algum dia, e esse dia chega rápido, os únicos amigos com quem poderemos contar serão aqueles poucos que fizemos quando amizade era coisa de amadores".
"O primeiro estágio é aquele em que um funcionário precisa usar crachá, porque quase ninguém na empresa sabe o nome dele.
No segundo estágio, o funcionário começa a ficar conhecido dentro da empresa e seu sobrenome passa a ser o nome do departamento em que trabalha. Por exemplo: Heitor, de Contas a Pagar.
No terceiro estágio, o funcionário passa a ser conhecido fora da empresa e o nome da empresa se transforma em sobrenome: Heitor, do banco tal.
No quarto estágio, é acrescentado um título hierárquico ao nome dele: Heitor, diretor do banco tal.
Finalmente, no quinto estágio, vem a distinção definitiva. Pessoas que mal conhecem o Heitor passam a se referir a ele como "o meu amigo Heitor, diretor do banco tal".
Esse é o momento em que uma pessoa se torna, mesmo contra sua vontade, em "amigo profissional".
Existem algumas diferenças entre um amigo que é amigo e um amigo profissional.
Amigos que são amigos trocam sentimentos. Amigos profissionais trocam cartões de visita.
Uma amizade dura para sempre.
Uma amizade profissional é uma relação de curto prazo e dura apenas enquanto um estiver sendo útil ao outro.
Amigos de verdade perguntam se podem ajudar.
Amigos profissionais solicitam favores.
Amigos de verdade estão no coração.
Amigos profissionais estão em uma planilha.
É bom ter uma penca de amigos profissionais.
É isso que, hoje, chamamos networking, um círculo de relacionamentos puramente profissional. Mas é bom não confundir uma coisa com a outra.
Amigos profissionais são necessários.
Amigos de verdade, indispensáveis.
Algum dia, e esse dia chega rápido, os únicos amigos com quem poderemos contar serão aqueles poucos que fizemos quando amizade era coisa de amadores".
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Case empresarial
Microsoft investe US$300 milhões em campanha pró-Windows
A Microsoft lançou uma campanha publicitária de 300 milhões de dólares para melhorar a imagem do seu sistema operacional Windows Vista e rebater as propagandas "Mac vs. PC" da Apple . O primeiro comercial da empreitada de marketing da Microsoft, criada pela agência de publicidade Crispin Porter + Bogusky, foi ao ar na quinta-feira, trazendo o comediante Jerry Seinfeld junto com o co-fundador da companhia Bill Gates em uma loja de sapatos. Apesar de vender mais de 180 milhões de licenças desde seu lançamento em 2007, o Windows Vista continua a sofrer percepção de que o sistema é desajeitado e difícil de usar em comparação aos computadores da Apple. "O que a marca significa, particularmente no caso do Windows Vista, tem sido definido pelos competidores. Agora é hora de entrarmos em jogo e começarmos a contar nossa história", disse Brad Brooks, vice-presidente executivo da Microsoft. A Apple tem conquistado importante porção de mercado contra PCs nos últimos trimestres. No trimestre de junho, o Gartner informou que a Apple representou 8,5 por cento das vendas de computadores norte-americanos, um aumento de 38 por cento em relação a um ano antes. Isso ultrapassou o crescimento geral do mercado de computadores dos Estados Unidos, de 4,2 por cento. A Microsoft informou que o comercial é parte de iniciativa maior e de longo prazo que quer mudar a percepção dos consumidores quanto ao Windows, o que incluirá a montagem de pequenos estandes de venda em centenas de lojas das redes Best Buy e Circuit City, onde poderão ser encontrados "Gurus do Windows" que explicarão os benefícios do sistema. A companhia também divulgou que tem trabalhado com os fabricantes de computadores para otimizar sistemas para aumentar a rapidez de inicialização das máquinas e melhorar a experiência, no geral, ao se usar o Windows. Todas as principais marcas de PCs devem apresentar modelos novos ou renovados, que a Microsoft chama de nova categoria de PCs e que devem ser lançados nos próximos meses com designs melhorados. Fonte: Reuters 05/09/2008 HSM
A Microsoft lançou uma campanha publicitária de 300 milhões de dólares para melhorar a imagem do seu sistema operacional Windows Vista e rebater as propagandas "Mac vs. PC" da Apple . O primeiro comercial da empreitada de marketing da Microsoft, criada pela agência de publicidade Crispin Porter + Bogusky, foi ao ar na quinta-feira, trazendo o comediante Jerry Seinfeld junto com o co-fundador da companhia Bill Gates em uma loja de sapatos. Apesar de vender mais de 180 milhões de licenças desde seu lançamento em 2007, o Windows Vista continua a sofrer percepção de que o sistema é desajeitado e difícil de usar em comparação aos computadores da Apple. "O que a marca significa, particularmente no caso do Windows Vista, tem sido definido pelos competidores. Agora é hora de entrarmos em jogo e começarmos a contar nossa história", disse Brad Brooks, vice-presidente executivo da Microsoft. A Apple tem conquistado importante porção de mercado contra PCs nos últimos trimestres. No trimestre de junho, o Gartner informou que a Apple representou 8,5 por cento das vendas de computadores norte-americanos, um aumento de 38 por cento em relação a um ano antes. Isso ultrapassou o crescimento geral do mercado de computadores dos Estados Unidos, de 4,2 por cento. A Microsoft informou que o comercial é parte de iniciativa maior e de longo prazo que quer mudar a percepção dos consumidores quanto ao Windows, o que incluirá a montagem de pequenos estandes de venda em centenas de lojas das redes Best Buy e Circuit City, onde poderão ser encontrados "Gurus do Windows" que explicarão os benefícios do sistema. A companhia também divulgou que tem trabalhado com os fabricantes de computadores para otimizar sistemas para aumentar a rapidez de inicialização das máquinas e melhorar a experiência, no geral, ao se usar o Windows. Todas as principais marcas de PCs devem apresentar modelos novos ou renovados, que a Microsoft chama de nova categoria de PCs e que devem ser lançados nos próximos meses com designs melhorados. Fonte: Reuters 05/09/2008 HSM
Fórum
Como as empresas podem garantir uma boa imagem com a sociedade, visto que essa preocupação está cada vez mais presente no consumidor, principalmente com a sua relação com o meio ambiente e com as políticas de Rh na empresa?
Fórum
Uma forma de esteriotipagem em que um grupo de indivíduos é tomado com um só, geralmente com base em critéirios como raça e etnia, e torna-se alvo de cerrada vigilância e investigação, é chamado de Generalização do Perfil Étnico. Isso ocorre no Brasil? Qual raça ou etnia sofre com esse tipo de esteriotipagem atualmente?
Fórum
Quando julgamos alguém com base em nossa percepção do grupo social do qual a pessoa faz parte, estamos usando uma forma de simplificação de esteriotipagem, em sua opnião o preconceito é uma consequência da esteriotipagem?
Fórum
As expectativas de uma pessoa determina o seu comportamento, explica a profecia auto-realizadora, como isso pode auxiliar no comportamento dos funcionários e dos executivos?
Fórum
A mídia passa a imagem de que a maioria dos líderes empresariais são corruptos, gananciosos e desonestos, em sua opnião isso corresponde ou não a verdade?
Fórum
As pessoas tendem a julgar projetando suas própias características nos outros, como os executivos podem minimizar esse comportamento em seu cargo?
Fórum
Pessoas que se destacam em questão de extroversão, chamam mais atenção do observador, como pessoas tímidas podem se destacar em uma situação que precisam aparecer?
Fórum
Em sua opnião, os executivos valorizam características de seu interesse nos funcionários, colocando sua percepção seletiva acima das informações curriculares?
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Enquete 1
Levantamento revelo percepção do consumidor brasileiro sobre responsabilidade social empresarial.
O Instituto Akatu Pelo Consumo Consciente, o Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social e a Market Analysis divulgarão o relatório “Responsabilidade Social das Empresas – Percepção do Consumidor Brasileiro”. A publicação traz dados sobre a percepção de consumidores em 21 países – incluindo o Brasil – acerca do papel social das empresas.
O Instituto Akatu Pelo Consumo Consciente, o Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social e a Market Analysis divulgarão o relatório “Responsabilidade Social das Empresas – Percepção do Consumidor Brasileiro”. A publicação traz dados sobre a percepção de consumidores em 21 países – incluindo o Brasil – acerca do papel social das empresas.
Os resultados revelam que para 71% dos brasileiros o mundo não está indo no caminho certo, índice igual ao aferido na edição 2004 do estudo e cinco pontos percentuais abaixo do registrado em 2002. Mesmo pessimistas, 65% dos brasileiros acreditam que os investimentos das empresas estrangeiras no Brasil são benéficos para o país e cresce a preocupação com a Responsabilidade Social: 78% dos entrevistados declararam ter muito interesse em saber como as empresas tentam ser socialmente responsáveis.
Fonte: www.akatu.org.br
Curiosidade

Estudo revela que as muçulmanas dos EUA querem acabar com estereótipo Pesquisa realizada no ano passado mostra que muçulmanas que moram nos Estados Unidos são indepentendes e bem educadas.
As muçulmanas americanas são educadas, ativas e se igualam com os homens em termos de rendas, revela pesquisa realizada pelo Centro Gallup para Estudos Muçulmanos.
Segundos seus autores, este relatório destrói o estereótipo associado ao Islã. "O que percebemos com esse estudo é que as muçulmanas dos Estados Unidos são, a grosso modo, iguais aos homens e a outras mulheres quanto ao nível de educação, a renda e a prática religiosa", afirma o analista do do Centro Gallup, Ahmed Younis.
"A tese segundo a qual os muçulmanos 'não são como nós porque suas mulheres são oprimidas' simplesmente não é verdadeira nos Estados Unidos", acrescenta.
Educação, trabalho e independência
O estudo também revela que 42% das muçulmanas que moram nos EUA têm diploma universitário. O número é maior do que a porcentagem de homens muçulmanos (39%) e que a média dos americanos (29%). Segundo os autores do informe, somente os judeus têm um índice melhor (61%),
A pesquisa revela, além disso, que as muçulmanas ganham tanto quanto os muçulmanos em todas as faixas de renda, o que dá a esta comunidade a maior igualdade salarial e religiosa nos Estados Unidos.
Do total, 46% das muçulmanas americanas se declaram de "cabeça aberta", frente a 38% dos muçulmanos. "Para uma muçulmana, viver nos Estados Unidos implica as mesmas possibilidades e as mesmas liberdades que o país concede às mulheres em geral", observou Younis. "Elas vivem uma experiência única em relação aos outros muçulmanos no resto do mundo".
Mudança de visão
Os autores do estudo esperam que ele possa mudar a visão que os americanos têm dos muçulmanos, cuja imagem sofreu muito depois dos atentados de 11 de setembro.
"Eles constituem o grupo religioso com pior percepção por parte dos americanos", resume Dalia Mogahed, do Centro Gallup para Estudos Muçulmanos. "Somente 45% dos americanos acham que os muçulmanos do país são leais aos Estados Unidos e 25% dizem que não gostariam de tê-los como vizinhos", acrescenta.
As muçulmanas americanas são educadas, ativas e se igualam com os homens em termos de rendas, revela pesquisa realizada pelo Centro Gallup para Estudos Muçulmanos.
Segundos seus autores, este relatório destrói o estereótipo associado ao Islã. "O que percebemos com esse estudo é que as muçulmanas dos Estados Unidos são, a grosso modo, iguais aos homens e a outras mulheres quanto ao nível de educação, a renda e a prática religiosa", afirma o analista do do Centro Gallup, Ahmed Younis.
"A tese segundo a qual os muçulmanos 'não são como nós porque suas mulheres são oprimidas' simplesmente não é verdadeira nos Estados Unidos", acrescenta.
Educação, trabalho e independência
O estudo também revela que 42% das muçulmanas que moram nos EUA têm diploma universitário. O número é maior do que a porcentagem de homens muçulmanos (39%) e que a média dos americanos (29%). Segundo os autores do informe, somente os judeus têm um índice melhor (61%),
A pesquisa revela, além disso, que as muçulmanas ganham tanto quanto os muçulmanos em todas as faixas de renda, o que dá a esta comunidade a maior igualdade salarial e religiosa nos Estados Unidos.
Do total, 46% das muçulmanas americanas se declaram de "cabeça aberta", frente a 38% dos muçulmanos. "Para uma muçulmana, viver nos Estados Unidos implica as mesmas possibilidades e as mesmas liberdades que o país concede às mulheres em geral", observou Younis. "Elas vivem uma experiência única em relação aos outros muçulmanos no resto do mundo".
Mudança de visão
Os autores do estudo esperam que ele possa mudar a visão que os americanos têm dos muçulmanos, cuja imagem sofreu muito depois dos atentados de 11 de setembro.
"Eles constituem o grupo religioso com pior percepção por parte dos americanos", resume Dalia Mogahed, do Centro Gallup para Estudos Muçulmanos. "Somente 45% dos americanos acham que os muçulmanos do país são leais aos Estados Unidos e 25% dizem que não gostariam de tê-los como vizinhos", acrescenta.
Fonte: Mulher Hoje.
(noticia10)- O impacto de percepções de justiça em três bases de comprometimento organizacional
Justiça e comprometimento são fenômenos fundamentais no ambiente organizacional.Justiça no trabalho pode ser compreendida em duas vertentes clássicas, distributiva e procedimental, e uma emergente denominada interacional. Comprometimento organizacional pode ser estudado sob três bases, isto é, afetiva, normativa e calculativa. No presente estudo, teve-se como objetivo testar um modelo teórico em que se analisa o impacto da percepção de justiça sobre o comprometimento organizacional. Para tanto, constou-se com a participação de 838 servidores públicos municipais ativos, sendo 529 da Secretaria de Educação, 182 da Secretaria de Saúde e 127 da Secretaria de Serviços Municipais de uma prefeitura da região do ABC Paulista. No teste do modelo efetuado por análise de regressão múltipla, constatou-se que parcela significativa da variância de comprometimento afetivo, calculativo e normativo podia ser explicada por percepções de justiça. A partir desses resultados, pôde-se concluir que percepção de justiça é um importante antecedente de comprometimento organizacional. Portanto, cognições sobre justiça representam um componente psicossocial capaz de influenciar os vínculos que o indívduo mantém com a organização na qual trabalha.
Fonte: RA USP - Revista de Administração
Fonte: RA USP - Revista de Administração
Livros indicados sobre percepção
A Terceira Competência
Resenha: O livro é uma retrospectiva de muito daquilo que percebi em gestão. A terceira competência, na verdade, é algo bem simples. Trata-se de uma competência pouco evidenciada. Normalmente, falamos da competência humana, que abrange a liderança, as relações interpessoais, o trabalho em equipe. Falamos também da competência técnica, que é o nosso passaporte para crescer quer seja numa carreira gerencial, quer seja como especialista. A terceira competência é a competência conceitual, aquela que ajuda os gestores a conceber, entender e construir organizações; ou seja, percebê-la no âmbito organizacional. É a competência que o gestor mais precisa à medida que cresce em sua carreira. Os gestores mais graduados usam 75% do seu tempo em temas que exigem essa competência. Por meio dela criam princípios, valores, modelos, processos de gestão. As pessoas não têm uma concepção muito clara a respeito disso. Para isto serve a figura do mosaico. Quando você olha de longe, percebe o desenho, consegue ver a organização, mas quando chega mais perto, você não consegue perceber a ligação entre as partes. Este é o conceito.
Autor: Wagner Belmonte
Medidas do comportamento organizacional: ferramentas de diagnóstico e de gestão
O livro contém vinte capítulos de fácil leitura, apesar da grande complexidade e variedade de temas que aborda. Cada capítulo está estruturado de forma simples, uniforme e de acordo com cinco seções: uma parte introdutória, que apresenta uma breve revisão e análise da literatura sobre o tema; a segunda, que relata as fases da construção e validação estatística dos instrumentos de medida; a terceira, que oferece orientações ao leitor sobre como aplicar, analisar e interpretar os resultados da aplicação da(s) escala(s) de medida; a quarta, que apresenta as referências bibliográficas relacionadas ao tema; e a quinta e última parte, que traz os instrumentos na sua íntegra (instruções, itens, escalas). Ao final de cada capítulo, o leitor se sentirá capaz de escolher, aplicar e interpretar resultados provenientes da aplicação das escalas
descritas no livro. Os temas e as medidas apresentadas no livro são pertencentes a uma área bastante ampla de estudos sobre comportamento organizacional: motivação, conflitos, comunicação, percepção, liderança;etc. Entretanto, para a nossa alegria, os autores conseguiram tratar desses temas com simplicidade e profundidade! O que é algo admirável e muito difícil de realizar.
Autor: Mirlene Siqueira
Resenha: O livro é uma retrospectiva de muito daquilo que percebi em gestão. A terceira competência, na verdade, é algo bem simples. Trata-se de uma competência pouco evidenciada. Normalmente, falamos da competência humana, que abrange a liderança, as relações interpessoais, o trabalho em equipe. Falamos também da competência técnica, que é o nosso passaporte para crescer quer seja numa carreira gerencial, quer seja como especialista. A terceira competência é a competência conceitual, aquela que ajuda os gestores a conceber, entender e construir organizações; ou seja, percebê-la no âmbito organizacional. É a competência que o gestor mais precisa à medida que cresce em sua carreira. Os gestores mais graduados usam 75% do seu tempo em temas que exigem essa competência. Por meio dela criam princípios, valores, modelos, processos de gestão. As pessoas não têm uma concepção muito clara a respeito disso. Para isto serve a figura do mosaico. Quando você olha de longe, percebe o desenho, consegue ver a organização, mas quando chega mais perto, você não consegue perceber a ligação entre as partes. Este é o conceito.
Autor: Wagner Belmonte
Medidas do comportamento organizacional: ferramentas de diagnóstico e de gestão
O livro contém vinte capítulos de fácil leitura, apesar da grande complexidade e variedade de temas que aborda. Cada capítulo está estruturado de forma simples, uniforme e de acordo com cinco seções: uma parte introdutória, que apresenta uma breve revisão e análise da literatura sobre o tema; a segunda, que relata as fases da construção e validação estatística dos instrumentos de medida; a terceira, que oferece orientações ao leitor sobre como aplicar, analisar e interpretar os resultados da aplicação da(s) escala(s) de medida; a quarta, que apresenta as referências bibliográficas relacionadas ao tema; e a quinta e última parte, que traz os instrumentos na sua íntegra (instruções, itens, escalas). Ao final de cada capítulo, o leitor se sentirá capaz de escolher, aplicar e interpretar resultados provenientes da aplicação das escalas
descritas no livro. Os temas e as medidas apresentadas no livro são pertencentes a uma área bastante ampla de estudos sobre comportamento organizacional: motivação, conflitos, comunicação, percepção, liderança;etc. Entretanto, para a nossa alegria, os autores conseguiram tratar desses temas com simplicidade e profundidade! O que é algo admirável e muito difícil de realizar.
Autor: Mirlene Siqueira
(notícia9) Os impactos do suporte à tranferência sobre a aplicação de competências no trabalho: a percepção dos mestres e doutores do Banco do Brasil
O objetivo principal neste artigo foi verificar a existência de relação preditiva entre a percepção dos mestres e doutores do Banco do Brasil acerca do suporte à tranferência da aprendizagem oferecido pela organização e a aplicação, no trabalho, de competências por eles desenvolvidas em cursos de pós-graduação stricto sensu. Foi utilizado questionário semi-estruturado para a coleta de dados, tendo a amostra sido constituída por 297 funcionários da empresa. Para os dados quantitativos, realizaram-se análises descritivas, fatorial, de variância e de regressão múltipla e, para os qualitativos, realizou-se análise de conteúdo. Os resultados indicaram a existência de relação positiva entre a percepção de suporte (psicossocial e material) oferecido pelo Banco e a percepção do grau de aplicação das competências no trabalho. Características individuais dos respondentes não atuaram como preditoras dessa aplicação. Os resultados indicaram, também, que a percepção quanto ao suporte oferecido pela organização é moderadamente positiva, sendo possível seu aprimoramento.
O resultado da percepção de Suporte à Aplicação das Competências pelos Respondentes, foi de que eles dizem se sentir muito seguros em aplicar, no trabalho, o que aprenderam no curso de mestrado e/ou doutorado e que se sentem motivados de utiliza-lô pois acabam recebendo elogios quando aplicam corretamente.
Fonte (Revista de Administração da USP)
O resultado da percepção de Suporte à Aplicação das Competências pelos Respondentes, foi de que eles dizem se sentir muito seguros em aplicar, no trabalho, o que aprenderam no curso de mestrado e/ou doutorado e que se sentem motivados de utiliza-lô pois acabam recebendo elogios quando aplicam corretamente.
Fonte (Revista de Administração da USP)
sábado, 13 de junho de 2009
Curiosidade

Gente invisível
Em novembro de 1994, o então estudante do 2º ano de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP) Fernando Braga tornou-se invisível. 'Fiquei atordoado, não conseguia sentir o gosto da comida, perdi meu centro', lembra. Nem loucura nem ficção científica. Braga atingiu a invisibilidade ao vestir um uniforme de gari. Como parte de um estágio solicitado por uma das disciplinas que cursava, ele resolveu acompanhar, de duas a três vezes por semana, a rotina dos garis da Cidade Universitária - pegando no pesado junto com eles. Ao vestir calça, camisa e boné como seus colegas de 'varreção', esperava causar espanto, curiosidade ou até mesmo indignação em seus amigos, professores, companheiros de futebol e conhecidos da USP. No entanto, não conseguiu nem mesmo receber um bom-dia. 'Atravessei o andar térreo da Psicologia de ponta a ponta. Estava atento, buscava a expressão de surpresa em alguém. Mas nada acontecia', conta. 'Deixei de esperar perguntas intrigadas, mas ainda seria capaz de responder a algum cumprimento. Nada.' Os professores com quem havia conversado pela manhã passaram por ele e nem perceberam sua presença. Não é que tenha sido ignorado, menosprezado, rejeitado. Pior: nem foi visto. Era como não estar lá; como 'não ser'.O mal-estar experimentado por Braga jamais o abandonou. Ele passou os nove anos seguintes trabalhando com os garis da USP e transformou em tese de mestrado o indigesto tema da 'invisibilidade pública' - o desaparecimento de um homem no meio de outros homens. Concluída em 2002, a tese agora vira livro lançado pela editora Globo.
Ironicamente, o psicólogo ganhou visibilidade falando da invisibilidade, que, segundo ele, está relacionada à divisão social do trabalho e afeta até mesmo quem não é totalmente excluído economicamente. Ela seria uma espécie de cegueira psicossocial, que elimina do campo de visão da maioria da população aqueles que são condenados a exercer uma atividade subalterna, desqualificada, desumanizante e degradante o dia inteiro, às vezes uma vida inteira. É uma situação diferente da contada pelo escritor americano Ralph Ellison, que nos anos 50 lançou seu romance O Homem Invisível. Ellison, negro, contava a história de um descendente de escravos que ao percorrer os Estados Unidos descobriu apenas que, por ser negro, era ignorado - segundo ele, algo muito pior que ser confrontado ou desprezado. Braga mostra que, independentemente do preconceito racial, o preconceito social também é tão incrível que leva a simplesmente apagar pessoas do campo de visão. 'Nem na Suécia uma criança é incentivada pelos pais a ser gari, faxineiro ou coveiro', provoca. 'Não tem a ver com salário, mas com a simbologia.'
Todo o mundo se sente invisível em algum momento da vida - numa festa de gente de outra tribo, no emprego novo em que não se conhece ninguém. Mas essas são outras invisibilidades, circunstanciais, e portanto passageiras, reversíveis. O estudo de Braga é sobre uma invisibilidade tão automatizada na sociedade que muitas vezes nem mesmo o ser invisível se dá conta de sua degradante situação. 'Se ele percebe, carece de armas para o combate. Depois de ser ignorado a vida inteira ou, no máximo, maltratado, ninguém anda de cabeça erguida.'
De fato, na maioria das vezes, o gari que limpa nossa cidade só é notado quando falta ao serviço. O ascensorista é tratado como uma máquina que funciona por comando de voz, sem direito a 'por favor' nem 'obrigado'. A empregada doméstica põe o avental, alimenta a família e deixa a casa organizada anos a fio, mas os patrões mal sabem seu sobrenome, se tem filhos, se está com algum problema. Os únicos cidadãos que vestem uniforme para servir aos outros e ganham visibilidade e reconhecimento são os que estão em situação de poder sobre o interlocutor - médicos, enfermeiros, policiais. 'Algumas profissões estão num nível de rebaixamento absoluto', reforça Braga. 'As pessoas estão habituadas a passar pelos garis como quem passa por objetos', assinala.Nilce de Paula, mineiro de 61 anos, confirma. Desde que chegou a São Paulo, aos 18 anos, trabalhou em bar, restaurante, fez salgadinhos para vender, foi ascensorista - de terno e gravata, orgulha-se - e carregou contêineres de veneno. Já tinha experimentado o preconceito racial, mas a indiferença mesmo só conheceu quando virou gari. 'Às vezes estou trabalhando na avenida e passa uma pessoa. Mesmo que ela não me cumprimente, eu cumprimento, porque um bom-dia não custa nada', afirma. 'O pior é quando os carros quase passam por cima da gente, sem nem tentar desviar. A gente tem de trabalhar de frente para a avenida e se cuidar.'A invisibilidade pública vem sempre na companhia da humilhação social, o sofrimento pelo rebaixamento político, social e psicológico experimentado continuamente por cidadãos de classes D e E. O conceito é recente e foi cunhado por José Moura Gonçalves Filho, orientador de Braga. Afeta o raciocínio, a visão e o afeto de quem é discriminado. 'O invisível não tem voz, seu discurso não é levado em conta, sua opinião sobre o mundo não importa. Ele aparece apenas como ferramenta', diz o psicólogo. Funcionária de uma empresa terceirizada de limpeza, a baiana Sônia Aragão, de 34 anos, veio para São Paulo em 1996, depois de ter passado pela lavoura, por restaurantes e casas de família. Ter de usar uniforme foi um choque: 'Tem gente que passa reto e faz de conta que não me vê. Eu mesma me sinto estranha com esta roupa, porque parece que não sou eu. Quando não estou de uniforme, pelo menos as pessoas me olham, mesmo que não falem comigo', diz.
fonte: http://revistaepoca.globo.com/Epoca/
Em novembro de 1994, o então estudante do 2º ano de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP) Fernando Braga tornou-se invisível. 'Fiquei atordoado, não conseguia sentir o gosto da comida, perdi meu centro', lembra. Nem loucura nem ficção científica. Braga atingiu a invisibilidade ao vestir um uniforme de gari. Como parte de um estágio solicitado por uma das disciplinas que cursava, ele resolveu acompanhar, de duas a três vezes por semana, a rotina dos garis da Cidade Universitária - pegando no pesado junto com eles. Ao vestir calça, camisa e boné como seus colegas de 'varreção', esperava causar espanto, curiosidade ou até mesmo indignação em seus amigos, professores, companheiros de futebol e conhecidos da USP. No entanto, não conseguiu nem mesmo receber um bom-dia. 'Atravessei o andar térreo da Psicologia de ponta a ponta. Estava atento, buscava a expressão de surpresa em alguém. Mas nada acontecia', conta. 'Deixei de esperar perguntas intrigadas, mas ainda seria capaz de responder a algum cumprimento. Nada.' Os professores com quem havia conversado pela manhã passaram por ele e nem perceberam sua presença. Não é que tenha sido ignorado, menosprezado, rejeitado. Pior: nem foi visto. Era como não estar lá; como 'não ser'.O mal-estar experimentado por Braga jamais o abandonou. Ele passou os nove anos seguintes trabalhando com os garis da USP e transformou em tese de mestrado o indigesto tema da 'invisibilidade pública' - o desaparecimento de um homem no meio de outros homens. Concluída em 2002, a tese agora vira livro lançado pela editora Globo.
Ironicamente, o psicólogo ganhou visibilidade falando da invisibilidade, que, segundo ele, está relacionada à divisão social do trabalho e afeta até mesmo quem não é totalmente excluído economicamente. Ela seria uma espécie de cegueira psicossocial, que elimina do campo de visão da maioria da população aqueles que são condenados a exercer uma atividade subalterna, desqualificada, desumanizante e degradante o dia inteiro, às vezes uma vida inteira. É uma situação diferente da contada pelo escritor americano Ralph Ellison, que nos anos 50 lançou seu romance O Homem Invisível. Ellison, negro, contava a história de um descendente de escravos que ao percorrer os Estados Unidos descobriu apenas que, por ser negro, era ignorado - segundo ele, algo muito pior que ser confrontado ou desprezado. Braga mostra que, independentemente do preconceito racial, o preconceito social também é tão incrível que leva a simplesmente apagar pessoas do campo de visão. 'Nem na Suécia uma criança é incentivada pelos pais a ser gari, faxineiro ou coveiro', provoca. 'Não tem a ver com salário, mas com a simbologia.'
Todo o mundo se sente invisível em algum momento da vida - numa festa de gente de outra tribo, no emprego novo em que não se conhece ninguém. Mas essas são outras invisibilidades, circunstanciais, e portanto passageiras, reversíveis. O estudo de Braga é sobre uma invisibilidade tão automatizada na sociedade que muitas vezes nem mesmo o ser invisível se dá conta de sua degradante situação. 'Se ele percebe, carece de armas para o combate. Depois de ser ignorado a vida inteira ou, no máximo, maltratado, ninguém anda de cabeça erguida.'
De fato, na maioria das vezes, o gari que limpa nossa cidade só é notado quando falta ao serviço. O ascensorista é tratado como uma máquina que funciona por comando de voz, sem direito a 'por favor' nem 'obrigado'. A empregada doméstica põe o avental, alimenta a família e deixa a casa organizada anos a fio, mas os patrões mal sabem seu sobrenome, se tem filhos, se está com algum problema. Os únicos cidadãos que vestem uniforme para servir aos outros e ganham visibilidade e reconhecimento são os que estão em situação de poder sobre o interlocutor - médicos, enfermeiros, policiais. 'Algumas profissões estão num nível de rebaixamento absoluto', reforça Braga. 'As pessoas estão habituadas a passar pelos garis como quem passa por objetos', assinala.Nilce de Paula, mineiro de 61 anos, confirma. Desde que chegou a São Paulo, aos 18 anos, trabalhou em bar, restaurante, fez salgadinhos para vender, foi ascensorista - de terno e gravata, orgulha-se - e carregou contêineres de veneno. Já tinha experimentado o preconceito racial, mas a indiferença mesmo só conheceu quando virou gari. 'Às vezes estou trabalhando na avenida e passa uma pessoa. Mesmo que ela não me cumprimente, eu cumprimento, porque um bom-dia não custa nada', afirma. 'O pior é quando os carros quase passam por cima da gente, sem nem tentar desviar. A gente tem de trabalhar de frente para a avenida e se cuidar.'A invisibilidade pública vem sempre na companhia da humilhação social, o sofrimento pelo rebaixamento político, social e psicológico experimentado continuamente por cidadãos de classes D e E. O conceito é recente e foi cunhado por José Moura Gonçalves Filho, orientador de Braga. Afeta o raciocínio, a visão e o afeto de quem é discriminado. 'O invisível não tem voz, seu discurso não é levado em conta, sua opinião sobre o mundo não importa. Ele aparece apenas como ferramenta', diz o psicólogo. Funcionária de uma empresa terceirizada de limpeza, a baiana Sônia Aragão, de 34 anos, veio para São Paulo em 1996, depois de ter passado pela lavoura, por restaurantes e casas de família. Ter de usar uniforme foi um choque: 'Tem gente que passa reto e faz de conta que não me vê. Eu mesma me sinto estranha com esta roupa, porque parece que não sou eu. Quando não estou de uniforme, pelo menos as pessoas me olham, mesmo que não falem comigo', diz.
fonte: http://revistaepoca.globo.com/Epoca/
(noticia 8) A percepção dos clientes para a inovação em Marketing
Em certos momentos surgem dúvidas, que são definidas como paradoxos que apenas confundem a empresa e permanecem sem respostas por um longo período, mas o que ocorre é justamente a falta de percepção que toma conta do ambiente organizacional, o que demonstra que a organização deixa de lado uma das suas principais tarefas, ouvir o consumidor.
É evidente que o consumidor pode auxiliar a empresa em muitos momentos, praticamente define os rumos do mercado e deixa ou não uma empresa continuar sua existência.
Mas há momentos em que uma decisão deve ser tomada e muitas organizações deixam de lado as pesquisas, fazendo tudo ao seu modo e perdem espaço, pois o concorrente ouviu o consumidor e atendeu aos seus desejos.
Diante das dúvidas mais corriqueiras é interessante observar que uma delas é a inovação, como a empresa deve lidar com a inovação no seu dia-a-dia, como se preparar para estar sempre ao lado dos clientes e quais as oportunidades que se seguem com a inovação.
O mais difícil pode ser escolher entre inovar ou não, mas a empresa não deve tomar esta decisão sozinha, os clientes têm um grande interesse nos produtos e serviços da organização e então auxiliam nas escolhas quando questionados.
Então se apresentam empresas que sempre inovam, são conhecidas desta forma e estão presentes no mercado com um diferencial atrativo para os consumidores, da mesma maneira existem organizações que optam por manter um estilo mais tradicional, e nenhuma delas está errada.
Mas para muitas pessoas a organização deve oferecer produtos inovadores o tempo todo, ou então conservar seu padrão durante toda a sua vida, só que o mercado é dinâmico e as organizações podem optar por mudar, tudo dependerá da forma como interagem com seus clientes e como se relacionam com o mercado.
As empresas podem inovar diariamente sem que isto seja transmitido para seus clientes, pois muitos processos podem ser modificados e atualizados, ou até mesmo seja um passo além dos concorrentes, mas o consumidor não conhece esta particularidade, nem mesmo os concorrentes, o que pode trazer uma grande vantagem para a organização em seus produtos e serviços que são elaborados de maneira diferenciada e ganham em qualidade quando este é o objetivo da empresa.
Também é perceptível que muitas das inovações ficam escondidas do consumidor, ou até passam despercebidas aos olhos do mesmo, pois um processo interno pode ser inovador, um equipamento pode conter inovações e o cliente não sabe, e muitas outras oportunidades são aproveitadas pelas organizações.
Mas ainda resta a decisão sobre inovar ou não, alguns diriam que a resposta não é tão simples, mas basta perguntar ao seu consumidor o que ele deseja, então a oportunidade estará exposta para a organização aproveitá-la ou não.
Não há como ofertar um produto ou serviço sem saber o que o cliente pensa, qual seria a sua reação ao lidar com o que é encontrado pela primeira vez, o que implica em pesquisar, e existem alguns exemplos que você deve lembrar, pois em certos momentos alguns produtos são lançados, permanecem pouco tempo no mercado e desaparecem, por um simples motivo, o cliente não estava preparado para aquela inovação e a pesquisa não foi realizada corretamente ou sequer foi aplicada.
Sem conhecer o consumidor e o mercado não há como inovar, mas todas as decisões tomadas podem estar associadas à cultura da organização, mesmo assim sempre existe espaço para mudar, o que não pode acontecer é a empresa achar que o consumidor quer este ou aquele produto e não pesquisar.
As maiores decisões devem ser tomadas com base em fatos e dados, achar que o consumidor quer só leva ao erro, pois o correto é pesquisar, compreender o que o consumidor deseja e pensar na melhor solução para a oportunidade que nasce diante dos olhos da organização.
fonte:http://blogs.abril.com.br/marketing
É evidente que o consumidor pode auxiliar a empresa em muitos momentos, praticamente define os rumos do mercado e deixa ou não uma empresa continuar sua existência.
Mas há momentos em que uma decisão deve ser tomada e muitas organizações deixam de lado as pesquisas, fazendo tudo ao seu modo e perdem espaço, pois o concorrente ouviu o consumidor e atendeu aos seus desejos.
Diante das dúvidas mais corriqueiras é interessante observar que uma delas é a inovação, como a empresa deve lidar com a inovação no seu dia-a-dia, como se preparar para estar sempre ao lado dos clientes e quais as oportunidades que se seguem com a inovação.
O mais difícil pode ser escolher entre inovar ou não, mas a empresa não deve tomar esta decisão sozinha, os clientes têm um grande interesse nos produtos e serviços da organização e então auxiliam nas escolhas quando questionados.
Então se apresentam empresas que sempre inovam, são conhecidas desta forma e estão presentes no mercado com um diferencial atrativo para os consumidores, da mesma maneira existem organizações que optam por manter um estilo mais tradicional, e nenhuma delas está errada.
Mas para muitas pessoas a organização deve oferecer produtos inovadores o tempo todo, ou então conservar seu padrão durante toda a sua vida, só que o mercado é dinâmico e as organizações podem optar por mudar, tudo dependerá da forma como interagem com seus clientes e como se relacionam com o mercado.
As empresas podem inovar diariamente sem que isto seja transmitido para seus clientes, pois muitos processos podem ser modificados e atualizados, ou até mesmo seja um passo além dos concorrentes, mas o consumidor não conhece esta particularidade, nem mesmo os concorrentes, o que pode trazer uma grande vantagem para a organização em seus produtos e serviços que são elaborados de maneira diferenciada e ganham em qualidade quando este é o objetivo da empresa.
Também é perceptível que muitas das inovações ficam escondidas do consumidor, ou até passam despercebidas aos olhos do mesmo, pois um processo interno pode ser inovador, um equipamento pode conter inovações e o cliente não sabe, e muitas outras oportunidades são aproveitadas pelas organizações.
Mas ainda resta a decisão sobre inovar ou não, alguns diriam que a resposta não é tão simples, mas basta perguntar ao seu consumidor o que ele deseja, então a oportunidade estará exposta para a organização aproveitá-la ou não.
Não há como ofertar um produto ou serviço sem saber o que o cliente pensa, qual seria a sua reação ao lidar com o que é encontrado pela primeira vez, o que implica em pesquisar, e existem alguns exemplos que você deve lembrar, pois em certos momentos alguns produtos são lançados, permanecem pouco tempo no mercado e desaparecem, por um simples motivo, o cliente não estava preparado para aquela inovação e a pesquisa não foi realizada corretamente ou sequer foi aplicada.
Sem conhecer o consumidor e o mercado não há como inovar, mas todas as decisões tomadas podem estar associadas à cultura da organização, mesmo assim sempre existe espaço para mudar, o que não pode acontecer é a empresa achar que o consumidor quer este ou aquele produto e não pesquisar.
As maiores decisões devem ser tomadas com base em fatos e dados, achar que o consumidor quer só leva ao erro, pois o correto é pesquisar, compreender o que o consumidor deseja e pensar na melhor solução para a oportunidade que nasce diante dos olhos da organização.
fonte:http://blogs.abril.com.br/marketing
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Filmes indicados sobre percepção

Monstros S.A.
Sinopse: Monstros S.A. é uma fábrica localizada em uma dimensão paralela ao mundo real. Os monstros, empregados dessa fábrica, têm a função de ir ao mundo real e assustar as criancinhas, para prover a energia da cidade de Monstrópolis. Mas nunca é permitido que tenham contato físico com as crianças. Porém, dois monstros acabam descumprido essa regra e sendo banidos para o mundo real.
O filme relaciona os principais aspectos de controle utilizados pelas organizações para a execução de seus objetivos e fins. A partir da análise de cenas e discursos dos personagens, este trabalho enfoca algumas estratégias dos gestores, que visa o fortalecimento deles ( sujeito para com a organização). Focando conceitos como: cultura organizacional, liderança, percepção e trabalho em equipe.
Sinopse: Monstros S.A. é uma fábrica localizada em uma dimensão paralela ao mundo real. Os monstros, empregados dessa fábrica, têm a função de ir ao mundo real e assustar as criancinhas, para prover a energia da cidade de Monstrópolis. Mas nunca é permitido que tenham contato físico com as crianças. Porém, dois monstros acabam descumprido essa regra e sendo banidos para o mundo real.
O filme relaciona os principais aspectos de controle utilizados pelas organizações para a execução de seus objetivos e fins. A partir da análise de cenas e discursos dos personagens, este trabalho enfoca algumas estratégias dos gestores, que visa o fortalecimento deles ( sujeito para com a organização). Focando conceitos como: cultura organizacional, liderança, percepção e trabalho em equipe.
12 Homens e Uma Sentença
Sinopse: Doze jurados devem decidir se um homem é culpado ou não de um assassinato, sob pena de morte. Onze têm plena certeza que ele é culpado, enquanto um não acredita em sua inocência, mas também não o acha culpado. Decidido a analisar novamente os fatos do caso, o jurado número 8 não deve enfrentar apenas as dificuldades de interpretação dos fatos para achar a inocência do réu, mas também a má vontade e os rancores dos outros jurados, com vontade de irem embora logo para suas casas.
O filme mostra claramente, a percepção que cada individuo tem sobre o caso, pois enquanto uns tem plena certeza de suas inocência, outros tem plena certeza de sua culpa.
Sinopse: Doze jurados devem decidir se um homem é culpado ou não de um assassinato, sob pena de morte. Onze têm plena certeza que ele é culpado, enquanto um não acredita em sua inocência, mas também não o acha culpado. Decidido a analisar novamente os fatos do caso, o jurado número 8 não deve enfrentar apenas as dificuldades de interpretação dos fatos para achar a inocência do réu, mas também a má vontade e os rancores dos outros jurados, com vontade de irem embora logo para suas casas.
O filme mostra claramente, a percepção que cada individuo tem sobre o caso, pois enquanto uns tem plena certeza de suas inocência, outros tem plena certeza de sua culpa.
Legalmente Loira
Sinopse:Elle Woods é uma garota que tem tudo. Linda e popular, ela repentinamente tem seu namoro rompido por ser considerada fútil demais por seu namorado. Agora, disposto a reconquistá-lo, ela faz de tudo para que possa se inscrever na universidade onde ele estuda e provar sua inteligência de uma vez por todas. Com Reese Whiterspoon, Luke Wilson e Selma Blair.
O filme retrata a "grande virada" de uma moça que é abandonada pelo namorado quando este é aceito no curso de Direito da prestigiada Universidade de Harvard, e segundo ele, não "pegaria bem" um futuro advogado namorar uma garota tão "bobinha". Retratando, como a aparência e o esteriótipo que você demonstra para a sociedade, pode influenciar na percepção e no julgamento das pessoas sobre você. No filme, Elle prova para seu ex que possui credenciais para cursar a mesma Universidade que ele, e consegue; deixando a mensagem de que aparência, popularidade e geito de ser, não influencia na capacidade de ninguém.

quinta-feira, 11 de junho de 2009
(notícia7) Percepção e realidade: a ilusão do preço alto para o consumidor.
Estudo com aficionados de vinhos revela: quanto mais caros os rótulos, mais os consumidores gostam deles. (Álvaro Oppermann).
Uma das disputas mais encarniçadas entre os enólogos é se fatores psicológicos influem ou não na avaliação de vinhos. Bem, talvez o estudo recente da escola de negócios da Universidade de Stanford e do Instituto de Tecnologia da Califórnia (CalTech) não sirva para descrever um Robert Parker, mas deve ter aguçado os sentidos de pelo menos alguns responsáveis pelo marketing do mais nobre dos líquidos aos mortais comuns.
A pesquisa descobriu que o preço da etiqueta na garrafa de vinho influi na sensação de prazer advinda da degustação da bebida.
"Nós descobrimos que o preço não é apenas uma inferência de qualidade, mas sim um elemento que afeta de forma real a experiência da degustação", diz o indiano Baba Shiv, professor de marketing de Stanford e coordenador da pesquisa (também apreciador de bons rótulos, hábito adquirido ao se mudar para a Califórnia).
O preço afeta de maneira real o gosto da bebida, aponta o estudo de Stanford.
Na pesquisa, foi monitorada nos participantes a área do cérebro que experimenta o prazer, nos córtices medial e frontal. Foi-lhes dado o mesmo vinho para beber, porém com etiquetas de preço diferentes, de US$ 5 e de US$ 45. Na hora e na vez do cálice supostamente mais caro, essa parte do cérebro tornou-se mais ativa nos pesquisados. Segundo Shiv, a experiência prazerosa advém não apenas de dados concretos (como o sabor), mas também da expectativa formada a priori sobre a experiência (algo que um preço superior indicaria). Não por coincidência, numa pesquisa anterior de Shiv, feita com drinques energéticos, os participantes que pagaram o preço integral da bebida tiveram mais facilidade de resolver testes do tipo quebra-cabeça do que os participantes que compraram os drinques com desconto.
Alguns anos atrás, o professor de psicologia cognitiva Frédéric Brochet, da Universidade de Bordeaux, conseguiu confundir a avaliação de 54 especialistas franceses entre vinhos brancos e tintos, ao utilizar corantes inodoros nos brancos. "O cérebro é supereficiente", diz Shiv. "Existe uma sincronia perfeita - e uma sobreposição - entre a sensação em tempo real e a antecipação da sensação no cérebro, que age como um sistema de navegação, um GPS", observa Baba Shiv.
Foram recrutados 11 voluntários para a pesquisa - todos do sexo masculino, além de entusiastas de vinhos tintos -, que receberam a missão de degustar as bebidas, feitas de uvas Cabernet Sauvignon. Apesar de apenas três vinhos serem distribuídos na degustação - cujos preços reais eram US$ 5, US$ 35 e US$ 90 - os pesquisadores introduziram duas etiquetas falsas na pesquisa, fazendo com que o suposto número de bebidas crescesse para cinco. Dois exemplares do vinho mais barato foram servidos, com etiquetas de US$ 5 e de US$ 45. O procedimento inverso foi adotado com a bebida mais cara, que recebeu também uma etiqueta de US$ 10. Os rótulos permaneceram ocultos aos participantes. Entre as degustações - feitas em ordem aleatória -, foi servida água mineral.
O resultado da pesquisa talvez entre para o anedotário da enologia. Todos os participantes puderam sentir diferenças entre os cinco cálices servidos, classificando como melhor o vinho de US$ 90 e, em segundo lugar, o de US$ 45 (na verdade, uma garrafa de US$ 5). Todos os participantes tiveram um aumento de atividade cerebral diante das etiquetas maiores.
Qual o impacto dessa pesquisa para a indústria vinícola? Shiv sorri: "Não dá para saber se essa experiência pode ser reproduzida com experts, mas o meu palpite é que sim. Espero que eles tomem parte".
Fonte: www.opiniaoenoticia.com.br
Uma das disputas mais encarniçadas entre os enólogos é se fatores psicológicos influem ou não na avaliação de vinhos. Bem, talvez o estudo recente da escola de negócios da Universidade de Stanford e do Instituto de Tecnologia da Califórnia (CalTech) não sirva para descrever um Robert Parker, mas deve ter aguçado os sentidos de pelo menos alguns responsáveis pelo marketing do mais nobre dos líquidos aos mortais comuns.
A pesquisa descobriu que o preço da etiqueta na garrafa de vinho influi na sensação de prazer advinda da degustação da bebida.
"Nós descobrimos que o preço não é apenas uma inferência de qualidade, mas sim um elemento que afeta de forma real a experiência da degustação", diz o indiano Baba Shiv, professor de marketing de Stanford e coordenador da pesquisa (também apreciador de bons rótulos, hábito adquirido ao se mudar para a Califórnia).
O preço afeta de maneira real o gosto da bebida, aponta o estudo de Stanford.
Na pesquisa, foi monitorada nos participantes a área do cérebro que experimenta o prazer, nos córtices medial e frontal. Foi-lhes dado o mesmo vinho para beber, porém com etiquetas de preço diferentes, de US$ 5 e de US$ 45. Na hora e na vez do cálice supostamente mais caro, essa parte do cérebro tornou-se mais ativa nos pesquisados. Segundo Shiv, a experiência prazerosa advém não apenas de dados concretos (como o sabor), mas também da expectativa formada a priori sobre a experiência (algo que um preço superior indicaria). Não por coincidência, numa pesquisa anterior de Shiv, feita com drinques energéticos, os participantes que pagaram o preço integral da bebida tiveram mais facilidade de resolver testes do tipo quebra-cabeça do que os participantes que compraram os drinques com desconto.
Alguns anos atrás, o professor de psicologia cognitiva Frédéric Brochet, da Universidade de Bordeaux, conseguiu confundir a avaliação de 54 especialistas franceses entre vinhos brancos e tintos, ao utilizar corantes inodoros nos brancos. "O cérebro é supereficiente", diz Shiv. "Existe uma sincronia perfeita - e uma sobreposição - entre a sensação em tempo real e a antecipação da sensação no cérebro, que age como um sistema de navegação, um GPS", observa Baba Shiv.
Foram recrutados 11 voluntários para a pesquisa - todos do sexo masculino, além de entusiastas de vinhos tintos -, que receberam a missão de degustar as bebidas, feitas de uvas Cabernet Sauvignon. Apesar de apenas três vinhos serem distribuídos na degustação - cujos preços reais eram US$ 5, US$ 35 e US$ 90 - os pesquisadores introduziram duas etiquetas falsas na pesquisa, fazendo com que o suposto número de bebidas crescesse para cinco. Dois exemplares do vinho mais barato foram servidos, com etiquetas de US$ 5 e de US$ 45. O procedimento inverso foi adotado com a bebida mais cara, que recebeu também uma etiqueta de US$ 10. Os rótulos permaneceram ocultos aos participantes. Entre as degustações - feitas em ordem aleatória -, foi servida água mineral.
O resultado da pesquisa talvez entre para o anedotário da enologia. Todos os participantes puderam sentir diferenças entre os cinco cálices servidos, classificando como melhor o vinho de US$ 90 e, em segundo lugar, o de US$ 45 (na verdade, uma garrafa de US$ 5). Todos os participantes tiveram um aumento de atividade cerebral diante das etiquetas maiores.
Qual o impacto dessa pesquisa para a indústria vinícola? Shiv sorri: "Não dá para saber se essa experiência pode ser reproduzida com experts, mas o meu palpite é que sim. Espero que eles tomem parte".
Fonte: www.opiniaoenoticia.com.br
quarta-feira, 10 de junho de 2009
(noticia6)- Setor de cabos nos EUA tenta apagar má reputação
Setor de cabos nos EUA tenta apagar má reputação Ainda que as companhias de cabo dos Estados Unidos estejam conquistando clientes com seus pacotes de vídeo, internet e telefone, elas ainda lutam contra uma reputação ruim pela prestação de serviços. As principais operadoras de cabos norte-americanas como Comcast e Time Warner Cable estão tentando deixar para trás reclamações comuns dos clientes, como a espera de um dia inteiro em casa pelo funcionário da empresa. Mas analistas afirmam que isso não será fácil. A fraqueza do serviço ao cliente é uma das razões pelas quais os provedores de televisão via satélite estão adicionando mais clientes que seus rivais do cabo, mesmo com o sucesso da oferta conjunta de televisão, internet e telefone. "O satélite lidera porque coloca muito mais ênfase no cuidado com o cliente", disse o analista Tuna Amobi, da Standard & Poor's. Operadoras de cabo têm feito um trabalho muito melhor nos últimos anos, mas ainda precisam fazer muito, acrescentou. A Comcast, maior empresa de cabos dos EUA, planeja adicionar perto de 6.000 novos empregados à sua equipe de serviços ao cliente e técnicos este ano, depois de ter contratado perto de 6.500 em 2006. A expansão é necessária diante do rápido crescimento da base de clientes. A Comcast vendeu mais de 5 milhões de novos serviços no ano passado e espera vender 6,5 milhões em 2007. A Time Warner Cable, segunda maior no mercado norte-americano, disse que está expandindo seu serviço de atendimento ao consumidor em linha com o crescimento nas vendas de produtos aos clientes. Pesquisas anuais da J.D. Power and Associates mostram que provedoras de TV via satélite como DirecTV e EchoStar têm vantagem significativa sobre as empresas de cabo no item satisfação de clientes. Percepção do cliente: algo difícil – Em público, as empresas de cabo afirmam que o serviço ao cliente transformou-se no principal item de suas agendas. A Comcast e a Time Warner Cable, por exemplo, dizem que reduziram a média de 1 dia inteiro para uma visita técnica para entre duas e quatro horas. Mas, nos bastidores, as operadoras de cabo comentam que a percepção do cliente é algo difícil de se trabalhar. Elas dizem que embora 99 por cento dos consumidores não tenham qualquer problema com os serviços, é o 1 por cento com experiência ruim que escreve à imprensa ou para seu deputado queixando-se. Um dos vídeos mais assistidos no YouTube no ano passado foi o de um técnico da Comcast dormindo no colchão de um cliente enquanto esperava por mais de uma hora para que o escritório verificasse a instalação. Para evitar problemas como esse, a Comcast introduziu um serviço chamado "Dynamic Dispatch", com dispositivos móveis e sistemas GPS para permitir comunicação quase instantânea entre técnicos e centrais de atendimento. "Queremos nos esforçar para melhorar? Absolutamente. Estamos fazendo muita coisa para melhorar? Absolutamente", disse a vice-presidente sênior de atendimento ao cliente da Comcast, Suzanne Keenan. No caso da Time Warner Cable, a empresa oferece um serviço batizado de Call-To-Meet em muitas regiões: o cliente recebe uma ligação quando o técnico está à caminho de sua casa, reduzindo o tempo que tem que esperar em sua casa pelo reparo. Fonte: HSM Online
(noticia5) - Confiança do consumidor brasileiro despenca
Confiança do consumidor brasileiro despenca A crise financeira global fez mais uma vítima no país: a confiança do consumidor. De acordo com pesquisa divulgada nesta quinta-feira (23/10), o índice de confiança dos consumidores no país amargou um tombo de 10% em outubro, atingindo o menor patamar desde junho de 2006. "O Índice de Confiança do Consumidor continua sendo influenciado pela volatilidade dos resultados obtidos no quesito que mede a percepção do consumidor em relação à situação econômica em sua cidade", afirmou a Fundação Getúlio Vargas (FGV), responsável pelo levantamento, em nota. De acordo com a pesquisa, a parcela de entrevistados que consideram a situação econômica local como boa reduziu-se para 10,1%, enquanto a parcela dos que avaliam a situação como ruim subiu para 48,2%, entre setembro e outubro. O cenário traçado pelos consumidores para os próximos seis meses também é negativo, mostrou a pesquisa. Entre os entrevistados, o grupo que espera uma melhora da situação econômica diminuiu de 31,3% para 23,1%. Para os que projetam uma piora, o aumento foi de 13,1% para 30,6%. O índice de confiança foi calculado com base em entrevistas feitas em 2.000 domicílios em sete das principais capitais do país. O levantamento foi feito entre os dias 1º e 20 de outubro. Fonte: Reuters 23/10/2008
(noticia4) - Brasileiros enxergam positivamente empresas socialmente responsáveis
Brasileiros enxergam positivamente empresas socialmente responsáveis A Market Analysis, instituto de pesquisa e opinião pública, apresentou os resultados da pesquisa "Responsabilidade Social das Empresas - Percepção do Consumidor Brasileiro", em parceria com o Instituto Akatu de Responsabilidade Social e o Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social. O estudo analisou a evolução da percepção dos consumidores sobre o papel das corporações na sociedade e suas expectativas em relação aos impactos sociais e ambientais produzidos por elas. Os dados se integram ao levantamento global feito em mais de 20 países sob a coordenação do Instituto GlobeScan. De acordo com a pesquisa, o interesse do brasileiro por ações de responsabilidade social se manteve estável nos últimos cinco anos. Segundo o estudo, o consumidor valoriza a parceria de empresas com ONG’s, e sabe que tem o poder de influenciar as companhias. É visível também que a larga maioria de líderes e formadores de opinião (65%) é ativa em debater este comportamento das corporações, em proporção bastante maior que a média da população (41%). Entre as áreas sociais que as instituições podem contribuir, os brasileiros elegeram o setor de saúde (28%) e educação (22%) como prioritárias para a melhoria da comunidade. Segundo Fabian Echegaray, diretor da Market Analysis, foi constatado também que os consumidores de países desenvolvidos tendem a avaliar o desempenho de Responsabilidade Social das Empresas (RSE) de forma mais crítica, enquanto os países em desenvolvimento têm uma visão mais positiva. "O consumidor brasileiro se sobressai como mais atento ao que ocorre na esfera corporativa se comparado à América Latina e também em relação a algumas sociedades mais desenvolvidas", afirma Echegaray. "Uma hipótese é a tendência a haver maior interesse pela ação das empresas em países onde o Estado tem se revelado como indutor do desenvolvimento econômico e do bem-estar social", conclui. Embora a visão do brasileiro seja positiva, o estudo também faz um alerta para a desinformação do consumidor e os sinais de seu ceticismo em relação à atuação das empresas empenhadas nas ações de Responsabilidade Social. "Existe uma alta expectativa quanto ao tema e uma associação positiva a um papel social", avalia o diretor da Market Analysis. "Porém, a pesquisa indica a desconfiança da população sobre o engajamento das companhias, que as realizam e desenvolvem como ações de marketing, em busca da melhoria de sua imagem junto ao consumidor", afirma. Fonte: HSM Online
(noticia3) Market Analysis apresenta ranking de Responsabilidade Social 2008
Market Analysis apresenta ranking de Responsabilidade Social 2008 Pesquisa revela opinião dos consumidores sobre atuação das companhias em sustentabilidade. Petrobrás é considerada a melhor pelo 3º ano consecutivo. A Market Analysis, instituto de pesquisa de mercado e opinião pública, apresenta os resultados do levantamento que aponta as dez melhores e piores companhias em Responsabilidade Social atuantes no país. Entre as mais bem avaliadas estão Petrobrás (19,8%), Coca-Cola (4,8%) e Vale do Rio Doce (3,8%). Bradesco, Votorantim, Natura, Fiat, Sadia e Azaléia também compõem este grupo. Os dados fazem parte do Monitor de Responsabilidade Social 2008, estudo realizado anualmente pela empresa no Brasil. Entre as empresas classificadas negativamente, a Parmalat lidera com 10,6%, seguida pela Souza Cruz (5,8%) e Telemar (5,3%). Mac Donald´s, Telefônica, Petrobrás, Vale do Rio Doce e AE Cedae dividem o 4º lugar (1,9%) do ranking . Para traçar os resultados o instituto ouviu 805 pessoas nas principais capitais brasileiras. Segundo Fabián Echegaray, diretor da Market Analysis, o estudo reforça a preocupação dos brasileiros com o tema e a atenção dada aos fatores que envolvam o ramo de atuação das empresas. Tanto a Petrobrás como a Vale do Rio Doce são citadas nos rankings de melhores e piores. "Esta duplicidade reflete tanto a aceitação dos investimentos massivos em ações sociais e de marketing, tidos como muito relevantes por alguns consumidores, como também a percepção crítica de outros consumidores sobre a natureza intrinsecamente questionável dos negócios destas empresas, ligados à poluição e deteriorização do meio ambiente", alerta Echegaray. Outro exemplo que clareia esta percepção é a posição da Parmalat, que atualmente ocupa o topo do ranking das piores empresas em responsabilidade social. A empresa teve sua imagem abalada após a denúncia sobre o uso de soda cáustica no leite fornecido por algumas cooperativas, no segundo semestre de 2007, evidenciando a preocupação e atenção do brasileiro quanto à maneira como são tratados os negócios das empresas. "A maior atenção da mídia, não apenas na maneira como as empresas distribuem parte dos seus ganhos, mas também como elas geram suas receitas torna o consumidor brasileiro cada vez mais atento e exigente diante do mundo corporativo", aponta Echegaray. "Ele reage rapidamente às informações que circulam sobre as empresas e - neste sentido - reputação e valor de mercado das empresas podem crescer rapidamente, como cair no abismo com a mesma velocidade", conclui.
(artigo 3) - Prevenção de conflitos na empresa: é preciso ter percepção e saber motivar mudanças
Prevenção de conflitos na empresa: é preciso ter percepção e saber motivar mudanças Sandra Cruz* Para falarmos sobre prevenção de conflitos, creio ser oportuno começarmos por entender o que é conflito e por que eles surgem. Uma das definições mais elucidativas que já ouvi diz que conflito é "qualquer situação onde exista uma oposição pessoal, interpessoal ou grupal sobre algum interesse ou valor. Essas oposições surgem quando as pessoas contestam idéias, atitudes e/ou comportamentos, se apegam aos seus pontos de vista e lutam por eles, muitas vezes de forma irracional." Sabemos que os conflitos se originam no processo de comunicação humana, na maioria das vezes, inconscientemente. De forma geral, não temos a intenção de gerar ou participar de uma situação conflituosa e desgastante. Mesmo assim, freqüentemente nos damos conta de que já estamos envolvidos em uma dessas situações, sem saber exatamente como ela começou. Para aprofundar um pouco mais este tema, precisamos entender melhor o processo básico de comunicação, o qual surge da interação e da intenção do emissor em transmitir uma mensagem ao(s) receptor (es), independente do meio que se utiliza para tal. Parece simples, não é mesmo? Porém, o que vemos acontecer, na prática, é uma grande dificuldade em se atingir este objetivo. Geralmente, não somos bem compreendidos porque não conseguimos transmitir assertivamente aquilo que pretendemos. E para quem não sabe muito bem o que é assertividade pela recente banalização deste termo, vale lembrar que é ter a capacidade de expor – de maneira clara, madura e não-agressiva – o que se pensa, sente ou quer. Mas como somos "formatados" desde crianças para buscar aceitação social, acabamos dizendo aquilo que o outro gostaria de ouvir, o que nem sempre corresponde ao que gostaríamos de falar. Olhando agora a questão sob outra perspectiva percebemos que, quando falamos, tendemos a partir do pressuposto que o outro está recebendo nossa mensagem da forma como a concebemos, ou seja, sem nenhuma interpretação pessoal. No entanto, nossas palavras são captadas por nosso interlocutor passando obrigatoriamente por seus filtros mentais, que por sua vez são fruto de suas referências e experiências anteriores, as quais decididamente não são semelhantes às nossas. Pessoas distintas, mundos distintos... Quando nos expressamos estamos colocando em palavras (além, é claro, da linguagem não verbal) nosso mundo interno, composto por idéias, pensamentos, sentimentos, sensações, intuições, valores e crenças pessoais. Em outras palavras, nossa comunicação verbal e não-verbal é a representação do nosso mundo interno interagindo com o mundo externo.
(fonte: HSM Online)
(fonte: HSM Online)
(artigo 2 )Ser Humano - Único Ser Capaz De Perceber
O estudo do processo perceptivo é antigo. Segundo Aguiar, MAF (1992) “os estudos da percepção levantaram a hipótese de que os objetos emitiriam cópias deles próprios, as quais se transmitiriam ao cérebro. Os estudos da Física vieram contribuir para o abandono dessa hipótese ao mostrar que os objetos não emitem cópias. Na realidade, a maioria dos objetos limita-se a refletir ondas que os atingem”.Assim, o processo perceptivo passa a ser analisado de modo objetivo, trazendo ao ser humano a perspectiva de ser ele o único percebedor no mundo em que vive. Somos dotados de órgãos dos sentidos, que nos permitem ver, tocar, cheirar, ouvir, degustar, e assim interagimos com o mundo, percebendo as formas, os jeitos, as tonalidades e suas distinções. A cada ser humano, entretanto, é possível perceber de modo distinto um mesmo objeto, e isto nos traz a questão a ser tratada neste artigo: Como se dá o processo perceptivo?
Somos dotados de órgãos dos sentidos, que nos permitem ver, tocar, cheirar, ouvir, degustar, e assim interagimos com o mundo, percebendo as formas, os jeitos, as tonalidades e suas distinções. A cada ser humano, entretanto, é possível perceber de modo distinto um mesmo objeto, e isto nos traz a questão a ser tratada neste artigo: Como se dá o processo perceptivo?
Trataremos desta pergunta nos Capítulos seguintes, onde buscaremos contribuir para a reflexão do processo perceptivo na vida organizacional.
A percepção, segundo Robbins, SP (2002) pode ser definida como o processo pelo qual os indivíduos organizam e interpretam suas impressões sensoriais, com a finalidade de dar sentido ao seu ambiente.
COMPREENSÃO DO PROCESSO PERCEPTIVO
A compreensão do processo perceptivo pode ser iniciada pela análise neurofisiológica do ser humano.
Ao observar um objeto, o ser humano consegue percebê-lo visualmente, pois o objeto percebido reflete ondas de luz que atingem a retina desencadeando estimulações dos nervos visuais, e provocando impulsos nervosos.
Estes impulsos são transmitidos ao cérebro, que os codificam gerando distintos padrões de energia.
Para cada indivíduo, teremos distintas retinas, portanto com distintos padrões de energia que produzem distintas percepções do mesmo objeto percebido.
Assim, ao olhar para uma cadeira, esta reflete luzes, que em ondas, atingem a retina e vão ao cérebro, codificando a cadeira.
Se perguntarmos a vários indivíduos sobre o objeto percebido (cadeira), teremos diferentes tipos de respostas. A cadeira, entretanto, continua a mesma, o que muda é a percepção individual. O mesmo ocorre com a percepção auditiva. Ao ouvirmos uma frase, esta é transmitida em ondas sonoras ao nosso sistema auditivo e transformada em impulsos nervosos, sendo então emitidos ao cérebro.
Isto ocorre também com os outros animais, considerando a especificidade de seus sistemas nervosos.
Então, o que diferencia o processo perceptivo dos seres humanos dos outros animais?
Somente o ser humano faz a pergunta: “Quem sou?”.
Desde seu nascimento esta pergunta instiga o ser humano a olhar para si mesmo na busca de uma resposta. Esta resposta, entretanto, começa a se delinear no contato com o mundo (outros seres, objetos, símbolos,...).
Ele busca no mundo referências que lhe darão as primeiras noções de quem é.
Assim, um recém-nascido esquimó somente terá referência de quem é no contexto em que vive e com quem vive.
Isto nos traz a importância do espaço em nosso processo de percepção. Outro fator importante é o tempo. O ser humano se reconhece em uma época específica. Desta forma, acolhe o contexto onde está inserido nas dimensões espacial e temporal.
O bebê esquimó somente tem a possibilidade de se reconhecer como esquimó naquele contexto, ou seja, de acordo com o espaço e tempo em que está inserido.
Então vejamos, se isto se dá assim, dois bebês esquimós que nasceram no mesmo contexto terão as mesmas percepções?
Para responder esta pergunta, sugiro uma nova reflexão.
Ao tentar responder a primeira pergunta (“quem sou?”) o ser humano, primeiramente, encontra a resposta para outra questão: “O que sou?”.
Perceber que é um esquimó, por exemplo, não o diferencia dos outros esquimós. Responde “apenas” o que é: Um esquimó. O que o diferencia não é ser um esquimó dentre outros, mas sim quem é, como um esquimó.
A pergunta quem sou, no entanto, nunca é respondida, pois o ser humano não é um ente parado no tempo presente. Ele se projeta para o passado e para o futuro, revivendo momentos, lembrando situações, e desejando, sonhando e fantasiando o que ainda lhe falta.
Assim, por ser dinâmico, vai acolhendo de modos distintos o que se apresenta no mundo, interagindo com outros seres humanos e atuando nos objetos e animais.
O ser humano tem a capacidade de perceber sua própria existência, percebendo-se nas relações com os demais entes no mundo. Deste modo, ele coexiste, ou seja, existe dinamicamente com outros seres.
No meio organizacional, os seres humanos ocupam cargos que lhes dão uma posição e responsabilidades dentro do núcleo das atividades produtivas. Vejamos o exemplo seguinte:
- Na sua empresa, quem você é?
- Eu sou Mecânico de manutenção.
Assim, quando perguntamos quem é, estamos esperando uma resposta ligada ao seu desempenhar.
Mecânico de Manutenção, entretanto, não o diferencia dos demais Mecânicos de Manutenção, apenas o enquadra dentro de uma categoria funcional. E, deste modo simplificador, o percebemos nas possibilidades de interação dentro do contexto institucional. Isto possibilita, também, que este empregado Mecânico se perceba dentro desta categoria, recebendo e atribuindo referências àquilo que faz, fala, escuta, como um Mecânico de Manutenção.
(fonte: http://www.novosolhos.com.br/ )
Somos dotados de órgãos dos sentidos, que nos permitem ver, tocar, cheirar, ouvir, degustar, e assim interagimos com o mundo, percebendo as formas, os jeitos, as tonalidades e suas distinções. A cada ser humano, entretanto, é possível perceber de modo distinto um mesmo objeto, e isto nos traz a questão a ser tratada neste artigo: Como se dá o processo perceptivo?
Trataremos desta pergunta nos Capítulos seguintes, onde buscaremos contribuir para a reflexão do processo perceptivo na vida organizacional.
A percepção, segundo Robbins, SP (2002) pode ser definida como o processo pelo qual os indivíduos organizam e interpretam suas impressões sensoriais, com a finalidade de dar sentido ao seu ambiente.
COMPREENSÃO DO PROCESSO PERCEPTIVO
A compreensão do processo perceptivo pode ser iniciada pela análise neurofisiológica do ser humano.
Ao observar um objeto, o ser humano consegue percebê-lo visualmente, pois o objeto percebido reflete ondas de luz que atingem a retina desencadeando estimulações dos nervos visuais, e provocando impulsos nervosos.
Estes impulsos são transmitidos ao cérebro, que os codificam gerando distintos padrões de energia.
Para cada indivíduo, teremos distintas retinas, portanto com distintos padrões de energia que produzem distintas percepções do mesmo objeto percebido.
Assim, ao olhar para uma cadeira, esta reflete luzes, que em ondas, atingem a retina e vão ao cérebro, codificando a cadeira.
Se perguntarmos a vários indivíduos sobre o objeto percebido (cadeira), teremos diferentes tipos de respostas. A cadeira, entretanto, continua a mesma, o que muda é a percepção individual. O mesmo ocorre com a percepção auditiva. Ao ouvirmos uma frase, esta é transmitida em ondas sonoras ao nosso sistema auditivo e transformada em impulsos nervosos, sendo então emitidos ao cérebro.
Isto ocorre também com os outros animais, considerando a especificidade de seus sistemas nervosos.
Então, o que diferencia o processo perceptivo dos seres humanos dos outros animais?
Somente o ser humano faz a pergunta: “Quem sou?”.
Desde seu nascimento esta pergunta instiga o ser humano a olhar para si mesmo na busca de uma resposta. Esta resposta, entretanto, começa a se delinear no contato com o mundo (outros seres, objetos, símbolos,...).
Ele busca no mundo referências que lhe darão as primeiras noções de quem é.
Assim, um recém-nascido esquimó somente terá referência de quem é no contexto em que vive e com quem vive.
Isto nos traz a importância do espaço em nosso processo de percepção. Outro fator importante é o tempo. O ser humano se reconhece em uma época específica. Desta forma, acolhe o contexto onde está inserido nas dimensões espacial e temporal.
O bebê esquimó somente tem a possibilidade de se reconhecer como esquimó naquele contexto, ou seja, de acordo com o espaço e tempo em que está inserido.
Então vejamos, se isto se dá assim, dois bebês esquimós que nasceram no mesmo contexto terão as mesmas percepções?
Para responder esta pergunta, sugiro uma nova reflexão.
Ao tentar responder a primeira pergunta (“quem sou?”) o ser humano, primeiramente, encontra a resposta para outra questão: “O que sou?”.
Perceber que é um esquimó, por exemplo, não o diferencia dos outros esquimós. Responde “apenas” o que é: Um esquimó. O que o diferencia não é ser um esquimó dentre outros, mas sim quem é, como um esquimó.
A pergunta quem sou, no entanto, nunca é respondida, pois o ser humano não é um ente parado no tempo presente. Ele se projeta para o passado e para o futuro, revivendo momentos, lembrando situações, e desejando, sonhando e fantasiando o que ainda lhe falta.
Assim, por ser dinâmico, vai acolhendo de modos distintos o que se apresenta no mundo, interagindo com outros seres humanos e atuando nos objetos e animais.
O ser humano tem a capacidade de perceber sua própria existência, percebendo-se nas relações com os demais entes no mundo. Deste modo, ele coexiste, ou seja, existe dinamicamente com outros seres.
No meio organizacional, os seres humanos ocupam cargos que lhes dão uma posição e responsabilidades dentro do núcleo das atividades produtivas. Vejamos o exemplo seguinte:
- Na sua empresa, quem você é?
- Eu sou Mecânico de manutenção.
Assim, quando perguntamos quem é, estamos esperando uma resposta ligada ao seu desempenhar.
Mecânico de Manutenção, entretanto, não o diferencia dos demais Mecânicos de Manutenção, apenas o enquadra dentro de uma categoria funcional. E, deste modo simplificador, o percebemos nas possibilidades de interação dentro do contexto institucional. Isto possibilita, também, que este empregado Mecânico se perceba dentro desta categoria, recebendo e atribuindo referências àquilo que faz, fala, escuta, como um Mecânico de Manutenção.
(fonte: http://www.novosolhos.com.br/ )
(artigo1) A Importância Da Percepção Humana
Percepção “é o processo pelo qual as pessoas tomam conhecimento de si, dos outros e do mundo à sua volta”. O processo perceptivo é uma ferramenta fundamental nos relacionamentos, pois aguça a interpretação de sinais interiores e exteriores. Provoca reflexões críticas gerando nas pessoas a necessidade de reavaliarem suas próprias crenças como mecanismo de preservação da qualidade de vida e da sua identidade humana. Mas para tanto é imprescindível o investimento no autoconhecimento e no relacionamento interpessoal – incluindo a família, os amigos, chefes e colegas, pois esse processo gera uma avalanche que “desaba” sobre o ambiente organizacional e repercute na relação de emprego. Na maioria das vezes, as pessoas só se dão conta dessa avalanche – que ocorre a sua volta – quando já estão sendo esmagadas por ela. A importância do autoconhecimento torna-se evidente quando as pessoas relacionam-se entre si, abrangendo situações prazerosas e conflitantes. Em um enfoque amplo e atual, prazer e conflito estão presentes diariamente nas relações de trabalho. Sejam nas trocas mútuas para fazer e receber críticas construtivas, saudáveis na formação de equipes autogerenciáveis; ou no comportamento alienado que induz à busca de recompensas financeiras, bloqueando a visão sistêmica e promovendo a competição antiética. A percepção da sua relação de trabalho poderá advir da (re)avaliação do contrato psicológico que “assinamos” no início do relacionamento. Ele nos remete a problemas morais, relativos à prática e a cada situação específica, podendo afetar apenas a si mesmo ou a muitas pessoas. No entanto, estabelecer o que as pessoas devem fazer numa determinada situação para ser considerado positivo é um problema moral. O assédio moral numa organização se manifesta em diferentes situações, a maioria delas envolve ruídos de comunicação: desqualificação do empregado por meio de comunicação não-verbal; recusa à comunicação direta; isolamento, fortalecendo a crença de que todos estão contra ele; assédio sexual, que é outra forma de perseguição moral.Os mecanismos de influência externa utilizados para exercer o controle dessas ocorrências são Códigos e Regulamentos Administrativos que regem a conduta de empregados da iniciativa privada e servidores públicos; e os de influência interna para resolução dos conflitos interpessoais são as ações e atitudes tomadas pelos líderes.
(fonte: http://www.rhportal.com.br *Patricia Ribeiro - Economista. Especialista em Administração de Recursos Humanos. MBA em Gestão Empresarial com Ênfase em Gestão de Pessoas, pela Fundação Getúlio Vargas. Consultora nas áreas de Gestão e RH.)
(fonte: http://www.rhportal.com.br *Patricia Ribeiro - Economista. Especialista em Administração de Recursos Humanos. MBA em Gestão Empresarial com Ênfase em Gestão de Pessoas, pela Fundação Getúlio Vargas. Consultora nas áreas de Gestão e RH.)
(noticia1) Pesquisa de Clima Organizacional
Um ambiente saudável ajuda a produzir mais. Essa opinião é unânime entre os especialistas e gurus da área de recursos humanos. Para que isso possa ocorrer é necessário à área de RH atue de forma estratégica, mensurando suas ações através de processos que possam respaldar ao máximo sua atuação nas organizações.Mas como criar um RH que funcione como agente de mudanças e que vai além do simples gerenciamento do capital humano? Como fazer para o RH ter conhecimento profundo do negócio? Como fazer para o RH servir de estrutura organizacional de apoio, incluindo a construção de um clima favorável para o desenvolvimento e visão clara de futuro? As respostas para essas perguntas parecem simples. Mas não é. Em muitas empresas o ambiente de trabalho é péssimo e o RH atua somente de forma operacional. Em diversas empresas o ambiente de trabalho é péssimo. E o que fazer para mudar? O que fazer para dar um salto qualitativo? Sabemos que o que faz a diferença em qualquer empresa são as pessoas. Então o que é necessário para mensurar a satisfação das pessoas? A resposta está na “pesquisa de clima organizacional” que tornou-se instrumento do modelo de gestão de muitas empresas. Mas afinal o que é Clima? Clima é a percepção coletiva que as pessoas têm da empresa, através da experimentação de práticas, políticas, estrutura, processos e sistemas e a conseqüente reação a esta percepção. E o que é uma Pesquisa de Clima Organizacional? É um instrumento voltado para análise do ambiente de trabalho a partir do levantamento de suas necessidades. Objetiva mapear ou retratar os aspectos críticos que configuram o momento motivacional das pessoas através da apuração de seus pontos fortes, deficiências, expectativas e aspirações. Mas por que pesquisar? Porque cria uma base de informações, identifica e compreende os aspectos positivos e negativos que impactam no Clima e orienta a definição de planos de ação para melhoria do clima organizacional e, conseqüentemente, da produtividade da empresa. Esta atitude da empresa eleva bastante o índice de motivação, pois dentro desta ação está intrínseco a frase "estamos querendo ouvir você", "você e sua opinião são muito importantes para nós". A crença na empresa se eleva sensivelmente. A Pesquisa de Clima Organizacional é uma forma de mapear o ambiente interno da empresa para assim atacar efetivamente os principais focos de problemas melhorando o ambiente de trabalho. Hoje, neste mundo tão cheio de transformações e mudanças, as empresas devem, cada vez mais, melhorar seus índices de competitividade e para isso ela depende quase que única e exclusivamente das pessoas - motivadas, felizes e orgulhosas dos valores compartilhados com a organização. É importante dizer que a Pesquisa de Clima Organizacional deve sempre estar coerente com o planejamento estratégico da organização e deve contemplar questões de diferentes variáveis organizacionais, tais como:
* O trabalho em si – com base nesta variável procura-se conhecer a percepção e atitude das pessoas em relação ao trabalho, horário, distribuição, suficiência de pessoal, etc;
*Integração Setorial e Interpessoal – avalia o grau de cooperação e relacionamento existente entre as pessoas e os diversos departamentos da empresa;
*Salário – analisa a existência de eventuais distorções entre os salários internos e eventuais descontentamentos em relação aos salários pagos por outras empresas;
*Estilo Gerencial – aponta o grau de satisfação das pessoas com a sua chefia imediata, analisando a gestão em termos de competência, feedback, organização, relacionamento, etc;
*Comunicação – buscar o conhecimento que as pessoas têm sobre os fatos relevantes da empresa, seus canais de comunicação, etc;
*Desenvolvimento Profissional – avalia as oportunidades de treinamento e as possibilidades de promoções e carreira que a empresa oferece;
*Imagem da empresa – procura conhecer o sentimento das pessoas em relação a empresa;
*Processo decisório – esta variável revela uma faceta da supervisão, relativa à centralização ou descentralização de suas decisões;
*Benefícios – apura o grau de satisfação com relação aos diferentes benefícios oferecidos pela empresa;
*Condições físicas do trabalho – verifica a Qualidade das condições físicas de trabalho, as condições de conforto, instalações em geral, riscos de acidentes de trabalho e doenças profissionais;
*Trabalho em equipe – Mede algumas formas de participação na Gestão da empresa;
*Orientação para resultados – Verifica até que ponto a empresa estimula ou exige que as pessoas se responsabilizem efetivamente pela consecução de resultados. Além de ouvir seus funcionários sobre o que pensam em relação a essas variáveis, as empresas deveriam também conhecer a realidade familiar, social e econômica em que os mesmos vivem. Somente assim poderão encontrar outros fatores do clima organizacional que justificam o ambiente da empresa.Não existe uma Pesquisa de Clima Organizacional padrão. Cada empresa adapta o questionário a sua realidade, linguagem e cultura. Para que a empresa tenha sucesso na mensuração do clima organizacional é necessário: credibilidade no processo, sigilo e confiança. As principais contribuições que podemos obter da Pesquisa de Clima Organizacional são:
*O alinhamento da cultura com as ações efetivas da empresa;
*Promover o crescimento e desenvolvimento das pessoas;
*Integrar os diversos processos e áreas funcionais;
*Otimizar a comunicação;
*Minimizar a burocracia;
*Identificar necessidades de treinamento e desenvolvimento;
*Enfocar o cliente interno e externo;
*Otimizar as ações gerenciais, tornando-as mais consistentes;
*Aumentar a produtividade;
*Diminuir o índice de rotatividade;
*Criar um ambiente de trabalho seguro;
*Aumentar a satisfação dos clientes internos e externos.
(fonte: http://www.gestaoelideranca.com.br)
* O trabalho em si – com base nesta variável procura-se conhecer a percepção e atitude das pessoas em relação ao trabalho, horário, distribuição, suficiência de pessoal, etc;
*Integração Setorial e Interpessoal – avalia o grau de cooperação e relacionamento existente entre as pessoas e os diversos departamentos da empresa;
*Salário – analisa a existência de eventuais distorções entre os salários internos e eventuais descontentamentos em relação aos salários pagos por outras empresas;
*Estilo Gerencial – aponta o grau de satisfação das pessoas com a sua chefia imediata, analisando a gestão em termos de competência, feedback, organização, relacionamento, etc;
*Comunicação – buscar o conhecimento que as pessoas têm sobre os fatos relevantes da empresa, seus canais de comunicação, etc;
*Desenvolvimento Profissional – avalia as oportunidades de treinamento e as possibilidades de promoções e carreira que a empresa oferece;
*Imagem da empresa – procura conhecer o sentimento das pessoas em relação a empresa;
*Processo decisório – esta variável revela uma faceta da supervisão, relativa à centralização ou descentralização de suas decisões;
*Benefícios – apura o grau de satisfação com relação aos diferentes benefícios oferecidos pela empresa;
*Condições físicas do trabalho – verifica a Qualidade das condições físicas de trabalho, as condições de conforto, instalações em geral, riscos de acidentes de trabalho e doenças profissionais;
*Trabalho em equipe – Mede algumas formas de participação na Gestão da empresa;
*Orientação para resultados – Verifica até que ponto a empresa estimula ou exige que as pessoas se responsabilizem efetivamente pela consecução de resultados. Além de ouvir seus funcionários sobre o que pensam em relação a essas variáveis, as empresas deveriam também conhecer a realidade familiar, social e econômica em que os mesmos vivem. Somente assim poderão encontrar outros fatores do clima organizacional que justificam o ambiente da empresa.Não existe uma Pesquisa de Clima Organizacional padrão. Cada empresa adapta o questionário a sua realidade, linguagem e cultura. Para que a empresa tenha sucesso na mensuração do clima organizacional é necessário: credibilidade no processo, sigilo e confiança. As principais contribuições que podemos obter da Pesquisa de Clima Organizacional são:
*O alinhamento da cultura com as ações efetivas da empresa;
*Promover o crescimento e desenvolvimento das pessoas;
*Integrar os diversos processos e áreas funcionais;
*Otimizar a comunicação;
*Minimizar a burocracia;
*Identificar necessidades de treinamento e desenvolvimento;
*Enfocar o cliente interno e externo;
*Otimizar as ações gerenciais, tornando-as mais consistentes;
*Aumentar a produtividade;
*Diminuir o índice de rotatividade;
*Criar um ambiente de trabalho seguro;
*Aumentar a satisfação dos clientes internos e externos.
(fonte: http://www.gestaoelideranca.com.br)
(noticia 2) O perigo da percepção: você compraria uma passagem usada deste homem?
O político Fernando Gabeira não se tornou nem melhor nem pior depois dessa história das passagens aéreas. Ele continua sendo o mesmo Gabeira que era jornalista, que se tornou "guerrilheiro" de esquerda, que foi exilado, que voltou verde, com novas propostas comportamentais, usando tanguinha e defendendo o uso da maconha, que se candidatou com essas bandeiras, primeiro pelo PV e depois pelo PT, que foi eleito com votos mínimos, que depois levantou a bandeira da "ética", deu uma guinada mais à direita, aliou-se à Oposição, passou a ser eleito com votos máximos e, na última eleição para Prefeito do Rio, surpreendeu e que, por pouco, pouco, muito pouco mesmo, não foi eleito. O que mudou então? Acontece que as bandeiras são intocáveis. A bandeira que dá mais votos é também a que mais tira quando é contrariada. Com a bandeira da "ética", Gabeira tinha conquistado corações e mentes dos lacerdistas do Rio de Janeiro. Ele já era considerado pule de 10 para uma das vagas ao Senado em 2010, e havia até quem considerasse que seria um bom candidato a Governador (um risco muito grande de ficar sem cargo, principalmente para um político que já beira os 70). Hoje já existem no mínimo fortes dúvidas entre os moralistas lacerdistas. Há quem seja categórico em afirmar que ele agora só garante a eleição de Deputado. Talvez sim, talvez não. Depende muito de suas próximas ações, se serão convincentes ou não. Ele fez bem em não querer aparecer no noticiário ( o Jornal Nacional finalmente colocou seu nome em pauta, mas parece que ele não quis gravar entrevista).
O problema é que as percepções não costumam ficar apenas arranhadas. Elas são o que são, ou deixam de ser. Não dá para fazer uma simples maquiagem. É preciso reconstruir a imagem. São necessários outros ritos de passagem.
(fonte: http://www.blogdogadelha.blogspot.com/)
O problema é que as percepções não costumam ficar apenas arranhadas. Elas são o que são, ou deixam de ser. Não dá para fazer uma simples maquiagem. É preciso reconstruir a imagem. São necessários outros ritos de passagem.
(fonte: http://www.blogdogadelha.blogspot.com/)
Principais Conceitos
Vários são os fatores que influenciam a percepção, o observador, com suas características pessoais (atitudes, motivações, interesses, expectativas, experiências pessoais), o alvo da percepção (ex: pessoas barulhentas ou atraentes, chamam mais atenção) e a situação (localização, iluminação, temperatura).
Para explicar nossa percepção em relação aos outros, ou seja, como julgamos as pessoas, foi proposta a Teoria da Atribuição que busca explicar por que julgamos as pessoas diferentemente conforme o sentido que atribuímos a um dado comportamento. A teoria sugere que, quando observamos um dado comportamento de alguém, tentamos determinar se a causa é:
Externa: resultante de um estímulo de fora.
Interna: está sob controle do indivíduo.
Ex: Um funcionário quando se atrasa ao chegar no trabalho, você pode imaginar que ele ficou preso no trânsito (causa externa) ou que ele ficou na farra até mais tarde (causa interna).
O erro fundamental dessa teoria, é que quando julgamos o comportamento de alguém, tentamos subestimar os fatores externos e superestimar os fatores internos. Para determinar se a causa ,é externa ou interna Robbins sugeriu tres fatores: diferenciação, consenso e coerência.
Os fatores de diferenciação referem-se à busca em perceber se o trabalhador emite ou não comportamentos diferentes em diversas situações. Se percebemos que não é usual ao trabalhador chegar atrasado, por exemplo, julgamos o comportamento de atrasar como proveniente de causa externa. No entanto se percebemos que este comportamento é usual, o julgamento será de causa interna.
Se observarmos que em uma determinada situação todas as pessoas emitem o mesmo tipo de comportamento, determinamos que houve consenso. Se todos os trabalhadores que moram próximos chegam atrasados, julgamos que a causa é externa. Em outra situação, se alguns chegam no horário, a causa do atraso é julgada como interna. Quanto mais alto o consenso, mais percebemos a causa como externa.O passado e as ações da pessoa percebida determinam a percepção de coerência.
Outra conclusão sobre a percepção no ambiente organizacional, é que julgar é difícil então acabamos simplificando esses julgamentos, através:
Percepção Seletiva – como não podemos observar tudo a nossa volta, nós selecionamos o que nos chama mais atenção, de acordo com nossos interesses, experiências passadas e atitudes.
Efeito Halo – quando construímos uma impressão geral de alguém, com base em uma única característica. (ex: inteligência, sociabilidade ou aparência.)
Efeito Contraste – não avaliamos as pessoas isoladamente. Nossa reação a uma a uma pessoa é sempre influenciada pelas outras pessoas que encontramos freqüentemente. (ex: em uma competição de calouros, não é bom se apresentar após um número que tenha sido feito por uma criança ou por um animal, pois sua apresentação vai se tornar “sem graça” à percepção do publico.
Projeção - é mais fácil julgarmos as pessoas se achamos que elas são parecidas conosco. ( ex: chego sempre atrasada na aula porque durmo até mais tarde; então sempre que alguém chegar atrasado, vou achar que foi porque ela também ficou dormindo até tarde.
Estereotipagem: é um meio de simplificar um mundo complexo. Quando julgamos alguém com base em nossa percepção do grupo do qual essa pessoa faz parte. (ex: após o ataque às torres gêmeas nos EUA, é comum o julgamento de que todo mulçumano e terrorista.
E para finalizar, algumas aplicações específicas de julgamento nas organizações:
Entrevistas de Seleção - os entrevistadores na maioria das vezes fazem julgamentos de percepção errôneos, pois não há concordância entre os entrevistadores, pois eles concluem coisas diferentes de um mesmo entrevistado; além do que, em uma entrevista, o que se e dito no começo, tem peso muito maior do que se é dito ao longo da entrevista.
Generalização do perfil étnico – uma forma de estereotipagem, em que um grupo de indivíduos é tomado como um só, geralmente em critério de raça ou etnia, e torna-se alvo de vigilância e investigação.
Avaliação de Desempenho – representa um julgamento do trabalho do funcionário. Pode ser objetiva (através do faturamento, por exemplo.) ou subjetiva ( através do que o julgador acha correto ou não).
(fonte: livro Comportamento Humano nas Organizações - Stephen P. Robbins)
Para explicar nossa percepção em relação aos outros, ou seja, como julgamos as pessoas, foi proposta a Teoria da Atribuição que busca explicar por que julgamos as pessoas diferentemente conforme o sentido que atribuímos a um dado comportamento. A teoria sugere que, quando observamos um dado comportamento de alguém, tentamos determinar se a causa é:
Externa: resultante de um estímulo de fora.
Interna: está sob controle do indivíduo.
Ex: Um funcionário quando se atrasa ao chegar no trabalho, você pode imaginar que ele ficou preso no trânsito (causa externa) ou que ele ficou na farra até mais tarde (causa interna).
O erro fundamental dessa teoria, é que quando julgamos o comportamento de alguém, tentamos subestimar os fatores externos e superestimar os fatores internos. Para determinar se a causa ,é externa ou interna Robbins sugeriu tres fatores: diferenciação, consenso e coerência.
Os fatores de diferenciação referem-se à busca em perceber se o trabalhador emite ou não comportamentos diferentes em diversas situações. Se percebemos que não é usual ao trabalhador chegar atrasado, por exemplo, julgamos o comportamento de atrasar como proveniente de causa externa. No entanto se percebemos que este comportamento é usual, o julgamento será de causa interna.
Se observarmos que em uma determinada situação todas as pessoas emitem o mesmo tipo de comportamento, determinamos que houve consenso. Se todos os trabalhadores que moram próximos chegam atrasados, julgamos que a causa é externa. Em outra situação, se alguns chegam no horário, a causa do atraso é julgada como interna. Quanto mais alto o consenso, mais percebemos a causa como externa.O passado e as ações da pessoa percebida determinam a percepção de coerência.
Outra conclusão sobre a percepção no ambiente organizacional, é que julgar é difícil então acabamos simplificando esses julgamentos, através:
Percepção Seletiva – como não podemos observar tudo a nossa volta, nós selecionamos o que nos chama mais atenção, de acordo com nossos interesses, experiências passadas e atitudes.
Efeito Halo – quando construímos uma impressão geral de alguém, com base em uma única característica. (ex: inteligência, sociabilidade ou aparência.)
Efeito Contraste – não avaliamos as pessoas isoladamente. Nossa reação a uma a uma pessoa é sempre influenciada pelas outras pessoas que encontramos freqüentemente. (ex: em uma competição de calouros, não é bom se apresentar após um número que tenha sido feito por uma criança ou por um animal, pois sua apresentação vai se tornar “sem graça” à percepção do publico.
Projeção - é mais fácil julgarmos as pessoas se achamos que elas são parecidas conosco. ( ex: chego sempre atrasada na aula porque durmo até mais tarde; então sempre que alguém chegar atrasado, vou achar que foi porque ela também ficou dormindo até tarde.
Estereotipagem: é um meio de simplificar um mundo complexo. Quando julgamos alguém com base em nossa percepção do grupo do qual essa pessoa faz parte. (ex: após o ataque às torres gêmeas nos EUA, é comum o julgamento de que todo mulçumano e terrorista.
E para finalizar, algumas aplicações específicas de julgamento nas organizações:
Entrevistas de Seleção - os entrevistadores na maioria das vezes fazem julgamentos de percepção errôneos, pois não há concordância entre os entrevistadores, pois eles concluem coisas diferentes de um mesmo entrevistado; além do que, em uma entrevista, o que se e dito no começo, tem peso muito maior do que se é dito ao longo da entrevista.
Generalização do perfil étnico – uma forma de estereotipagem, em que um grupo de indivíduos é tomado como um só, geralmente em critério de raça ou etnia, e torna-se alvo de vigilância e investigação.
Avaliação de Desempenho – representa um julgamento do trabalho do funcionário. Pode ser objetiva (através do faturamento, por exemplo.) ou subjetiva ( através do que o julgador acha correto ou não).
(fonte: livro Comportamento Humano nas Organizações - Stephen P. Robbins)
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